Metodologia dos testes Diahu
Os testes da Diahu são questionários de autorrelato baseados em regras, construídos sobre estruturas psicológicas publicadas como o Big Five e a teoria do apego adulto. Cada resposta corresponde a pesos por dimensão; os totais são convertidos em escores padronizados e percentis com base em normas armazenadas, e um conjunto determinístico de regras seleciona o tipo de resultado. Nenhum modelo de aprendizado de máquina decide seu resultado: as mesmas respostas sempre produzem o mesmo resultado. O conteúdo é escrito separadamente para oito mercados, não traduzido, e só é publicado após revisão editorial. Os resultados servem para autorreflexão e entretenimento — não são instrumentos médicos, diagnósticos ou terapêuticos.
Pontuação e limites científicos
As respostas carregam pesos por dimensão; os totais viram escores padronizados e percentis, exibidos na página de resultados.
Tipologias como o MBTI são academicamente contestadas: em re-testes, parte das pessoas recebe outro tipo. Mostramos os tipos como ponto de partida e sempre exibimos os escores dimensionais. Não use resultados para decisões médicas, de contratação ou financeiras.
Revisado editorialmente antes da publicação.
Referências
- Big Five framework. McCrae, R. R., & Costa, P. T. (1987). Validation of the five-factor model of personality across instruments and observers. Journal of Personality and Social Psychology, 52(1), 81–90.
- Adult attachment. Brennan, K. A., Clark, C. L., & Shaver, P. R. (1998). Self-report measurement of adult attachment: An integrative overview. In J. A. Simpson & W. S. Rholes (Eds.), Attachment theory and close relationships (pp. 46–76). Guilford Press.
- MBTI reliability debate. Pittenger, D. J. (2005). Cautionary comments regarding the Myers-Briggs Type Indicator. Consulting Psychology Journal: Practice and Research, 57(3), 210–221.
- Love languages evidence review. Impett, E. A., Park, H. G., & Muise, A. (2024). Popular psychology through a scientific lens: Evaluating love languages and the five love languages claims. Current Directions in Psychological Science, 33(2).